Não é diferente

Por Antonio Rodrigues Neto

Nos últimos anos a diretoria e até a torcida do São Paulo passaram realmente a acreditar que o clube do Morumbi é “diferente” dos outros.

A estrutura do clube e a sequencia de títulos passaram a impressão, até mesmo para uma parte da imprensa, de que a equipe paulista estava rapidamente engolindo as demais em praticamente todos os aspectos.

Uma noite trágica

Por Antonio Rodrigues Neto

Contrariando a maioria dos prognósticos, inclusive deste que vos fala, quatro, dos cinco times brasileiros que disputavam a Libertadores foram eliminados na noite de quarta-feira. Apenas o Santos continua na disputa.


Não há uma explicação única para todas as eliminações. Cada uma teve uma peculiaridade diferente.

O problema do calendário

Por Antonio Rodrigues Neto

Dois meses atrás, abordei o uso dos nossos problemas no calendário como uma espécie de muleta para eventuais derrotas de uma equipe (http://blogleituradejogo.blogspot.com/2011/02/nao-adianta-jogar-culpa-no-calendario.html).


Naquela oportunidade, abordei superficialmente algumas mudanças que poderiam pelo menos amenizar os problemas que temos aqui. Vou fazer uma breve explanação sobre o que poderia ser mudado, explicando o motivo pelo qual considero que as medidas dificilmente serão implementadas.

Manual do que não se deve fazer

Por Antonio Rodrigues Neto

Se você fosse presidente de um clube grande do futebol brasileiro acharia uma boa idéia demitir um treinador que foi campeão estadual e levou um time de baixo investimento até a sexta posição do Campeonato Brasileiro?

Chega de paternalismo

Por Antonio Rodrigues Neto

Com o dinheiro do novo contrato referente aos direitos de transmissão dos jogos do Brasileiro (independentemente de quem vencer a disputa), alem de fazer uma reestruturação completa, os clubes brasileiros terão uma chance de acabar com o paternalismo com os jogadores que impera faz um bom tempo por aqui.

Adriano merece?

por Vitor Fontenele

Quem acompanha – e quem não acompanha também – a carreira de Adriano sabe que o atacante é personagem frequente do caderno de esportes de qualquer periódico, seja ele impresso, digital ou falado. O pior é que na maioria das vezes as notícias do Imperador não são nada agradáveis a seus fãs.


Notas de Rodapé (versão ampliada)

Por Antonio Rodrigues Neto

Após uma semana corrida, segue-se uma versão maior das Notas de Rodapé desta coluna, ao invés da tradicional abordagem de um tema específico. Na próxima semana, colocando a bola no chão, e com o domínio das ações na partida, tudo volta ao normal, caro leitor.

Não é apenas a estrutura...

Por Antonio Rodrigues Neto

Eu sei que os leitores não devem agüentar mais essa discussão sobre estrutura, Muricy Ramalho, contusões, ratos, gramados, etc, etc, no entanto muita gente parece ignorar certos aspectos dessa crise do Fluminense.

Onde está a magia dos estaduais?

Por Vitor Fontenele

Os defensores dos Campeonatos Estaduais afirmam que eles representam uma boa possibilidade de afloramento das rivalidades locais, como uma oportunidade de medir forças entre os grandes de cada estado, e ao mesmo tempo, uma possibilidade – como a Copa do Brasil – de revelar surpresas entre os pequenos.

Dizem ainda que a grande quantidade de clássicos concentrados em tão pouco tempo favorece o aumento do nível técnico da competição e são garantia de estádio lotado, o que geraria renda certa para os clubes.

Crise pós-eleição

Por Antonio Rodrigues Neto (em 11/03/2011)

Ela demorou, mas chegou ao Palmeiras: a crise pós-eleição. Um tempo atrás fiz uma coluna aqui no Leitura de Jogo mostrando o quanto a situação de Palmeiras e Vasco era difícil dentro e fora de campo, bem como tinha tudo para piorar porque os dois tinham (o Vasco ainda tem) uma eleição complicada pela frente. (http://blogleituradejogo.blogspot.com/2010/11/nao-e-apenas-coincidencia.html).

A oposição venceu as eleições através de Arnaldo Tirone, uma espécie de “protegido” do famoso Mustafá Contursi, velho conhecido da torcida do Palmeiras e do futebol brasileiro em geral.Preocupado com a situação precária das finanças do clube (as cotas do Campeonato Paulista estão adiantadas até 2014, por exemplo), o novo presidente decidiu apertar bastante o cinto, reduzindo drasticamente as despesas.